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Com os últimos acontecimentos em Paris sobre o ataque contra os cartunistas e jornalistas do jornal Charlie Hebdo que virou notícia e trouxe a tona muito mais do que os fatos de um crime, comoveu países e se fez símbolo de uma velha luta, a liberdade de expressão.

Afinal, até que ponto falar o que quer, sobre quem quer e fazer o que quer, é ter liberdade de expressão? Assim como toda liberdade ela vem carregada de responsabilidade. É como já dizem, o direito de um termina quando começa o direito do outro.

Nossa constituição garante a liberdade de expressão, mas nosso código penal também garante punições contra desacato, injúria, danos morais e outros que defendem nossos direitos individuais e humanos.

O fato é, tudo que se leva ao extremo é ruim, até o bom humor!

Uma boa dose de bom senso e um pouco de reflexão para esse momento é necessário para que cada um possa se aperceber que para tudo nessa vida existe um limite. Seja ele moral, legal ou cultural. De nada resolve o fanatismo seja ele de qualquer origem.

Não é ser “Je suis Charlie” nem “Je suis Maomé” é talvez ser  “Je suis  respect” (eu sou respeito em português).