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Segundo a matéria publicada no meio e mensagem do jornalista, consultor em comunicação e diretor da TAG Content, Demetrius Paparounis, analisou as verbas de publicidade nas quatro mídias tradicionais, TV, rádio, jornal e revista, tanto no Brasil quanto nos EUA.

No quadro ele notou que a TV ainda cresce, o rádio também sofreu uma queda baixa, porém os jornais e as revistas caíram bruscamente, nos dois mercados.

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No segmento de jornais, o mercado americano teve um desempenho pior que o brasileiro. Lá, perderam 40% de participação em 5 anos (de 16,9% para 10% do total), enquanto no Brasil a queda ficou em 28% (de 14% para 10%). Em compensação, as revistas americanas conseguiram preservar uma fatia maior da propaganda que as brasileiras (o share lá caiu 16%; aqui, 28%). Por que nossos jornais se saíram melhor que os deles e nossas revistas, pior, para mim é um mistério.

Segundo as pesquisas dele e as suas previsões encontradas para os próximos anos indicam que a TV e o rádio irão manter a participação, já os jornais e as revistas continuaram perdendo espaço para as mídias digitais. Quem irá ganhar nos investimentos será o celular que nos próximos anos deve ultrapassar o computador dando preferência aos anúncios voltados para mobiles.