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Marcas: uma disputa pela memória

Mais que conquistar o mercado e ser líder no seu segmento é estar na cabeça do consumidor. A disputa por um espacinho dentro da memória e do coração das pessoas aumenta tanto quanto a disputa diária de espaço no mercado.

Já notou como algumas marcas fazem parte do nosso dia a dia e temos uma relação quase que afetiva com elas, estão sempre em nossas mentes. Para saber se uma empresa está dentro da memória das pessoas uma pesquisa de mercado pode dizer, basta perguntar para diversas pessoas qual marca de chinelos vem na sua mente primeiro, qual refrigerante vem a sua cabeça naquele momento, que molho de tomate ele se lembra, qual é a verdadeira maionese.

Certamente você lembrou das seguintes marcas Havaianas, Coca-cola, Pomarola e Helman´s. Isso acontece de forma tão natural que nós nem percebemos, a força de consumo que está no hábito, no reconhecimento e na ligação que o consumidor tem com o produto. Via de regra os produtos mais antigos e que são usados e consumidos na família são mais lembrados.

E para isso é preciso um plano de mídia e de comunicação muito bem feito, por isso o sucesso dessas marcas está na propaganda e em como ela é feita, para atingir o público correto e entrar na mente e no coração dos consumidores.

 

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A importância do bom atendimento

A verdade é uma só, o cliente suporta campanhas não tão apaixonantes, artes não tão exuberantes e textos não tão surpreendentes, mas não suporta ser mal atendido. O atendimento e uma espécie de gerenciamento pessoal de crise entre agência de publicidade e cliente, afinal o atendimento é a voz do cliente dentro da agência e é a voz da agência dentro do estabelecimento do cliente.

Essa ponte deve ser sólida, transparente e amigável. Os clientes gostam de receber o atendimento nas suas empresas, gostam de que veja como o negócio deles anda, dos resultados, gostam de ser acompanhado de perto e de se sentir amparados.

Por isso antes de tudo preocupe-se em preparar o pessoal de atendimento, eles vão lhe dar com pessoas e relacionamentos são complicados, é preciso ter jogo de cintura. Sem eles a captação e a manutenção de clientes não existiria.

Então na hora de pensar em buscar uma agência ou abrir uma lembre-se que o atendimento é o seu nome, a sua voz e a sua cara para os clientes.

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A importância do endomarketing para motivar os funcionários

Sempre vai ter aquele chefe que vai dizer, que endomarketing que nada! Eles recebem pelo que fazem, não sou obrigado a agradar os funcionários.  Muito se engana quem pensa assim, pois a empresa só cresce quando todos colaboram, problemas no relacionamento com os funcionários geram tensão e desmotiva o profissional a se esforçar para fazer um trabalho superior.

Vocês já devem ouvido a frase que funcionários felizes trabalham melhor e rendem mais. Isso é fato, quando o profissional esta satisfeito e é motivado sempre seu desempenho melhora. O papel do endomarketing é justamente motivar os funcionários e promover um relacionamento amigável e estável entre todos que ali trabalham.

 

Se chama endomarketing porque são ações internas de marketing que são feitas dentro da empresa para os funcionários, não atua comercialmente falando, mas afeta o desempenho dos funcionários. É possível fazer pequenas ações como eleger o melhor funcionário do mês, fazer um quadro com os aniversariantes e oferecer um bolinho ou dar folga para o funcionário nesse dia, premiá-los quando batem a meta. Enfim, existem uma infinidade de ações que podem ser elaboradas voltadas para motivar os funcionários. Procure agências qualificadas para fazer essas ações, assim você terá os melhores resultados e estará fazendo um investimento que vale a pena.

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Conteúdo certo é sucesso garantido!

Todas as empresas que prezam por um relacionamento bom com o seu cliente e que atuam nas mídias sociais e possuem um portal sabem da necessidade de gerar conteúdo. Mas será que sabem qual o conteúdo apropriado para o seu público?
Esse é o erro mais comum das empresas e marcas, elas entendem a necessidade de gerar conteúdo mas ainda não compreendem a necessidade de gerar conteúdo apropriado, que seja útil e desperte interesse no consumidor. Muitos acham que postar algo qualquer no facebook ou no site todo santo dia já é conteúdo atual. Quando falamos de manter um portal ou uma rede social atualizada ela precisar ser atualizada de forma relevante para a empresa e para os consumidores.
Não adianta nada você ter uma empresa que vende sapatos e começar a postar conteúdos sobre gastronomia, restaurantes ou piadinhas que não tenham a ver com o universo que sua empresa atua.
Para que você ganhe visibilidade e suba no conceito de busca do google é preciso um gerenciamento de conteúdo de portais e redes sociais para que a empresa tenha sucesso no momento dos seus consumidores buscarem por coisas relacionados ao ramo de atividade que você atua. Só assim você conseguirá alcançar um maio número de seguidores, de pessoas curtindo e compartilhando conteúdo com a sua marca.
Por isso invista em pessoas preparadas para gerenciar seu conteúdo, não fique você tentando em vão descobrir qual conteúdo é o adequado pra sua empresa. Assim você se dedica ao que realmente sabe fazer e deixa o que não sabe na mão de especialistas, sai muito mais em conta e te dá resultado.

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E-commece: porque vale a pena vender pela internet

Que o universo online abre portas infinitas para as oportunidades de venda no mercado todo mundo já descobriu. Mas será que as empresas sabem realmente que é e-commerce.

O que é E-commerce?

 É um comércio eletrônico que faz uso da internet para transações comerciais de compra e venda. A tendência desse mercado online é só crescer, uma pesquisa feita pelo PayPal, da EBay afirma que em 2018 o comércio eletrônico global atingirá 307 bilhões de dólares, ou seja, as vendas online entre países irão quase triplicar nos próximos 5 anos.

Quais os tipos de E-commerce?

B2B – Business to Business: que faz opção por negócios, ou seja, uma relação entre empresas e fornecedores e clientes.

B2C – Business to Consumer: que faz opção por consumidores, ou seja, uma relação entre empresa e consumidores diretamente.

Porque vale a pena ter um loja online?

Simplesmente porque o custo benefício é enorme, você não precisa de loja física, consegue aumentar o número de clientes por se tratar de uma rede, é muito mais fácil vender os produtos. Além do mais é uma tendência oferecer a opção de compra online para os consumidores que á estão habituados a comprar coisas pela internet, é muito mais cômodo e prático. Sem contar que é uma vitrine 24h, que funciona além do horário comercial, nela você pode colocar imagens detalhadas do produto, mostrar como ele funciona, tirar dúvidas dos clientes e é um canal direito com seu consumidor.

Como fazer e conduzir uma loja virtual?

Para isso, é importante buscar profissionais na área para desenvolver uma loja virtual e orientar como deve ser administrada. Ai é onde entram os profissionais de web marketing, que vão conseguir otimizar essa ferramenta através da comunicação e fazer com que o negócio seja um sucesso.

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Facebook: Marketing Viral e popular

Pode-se dizer que o mundo inteiro tem Facebook, sem dúvida é a rede social mais popular de todos os tempos. E as grandes marcas que não são nada desligadas já criaram a sua Fan page e acumularam milhares de pessoas curtindo e compartilhando seu conteúdo, seu nome e sua marca.

O legal do Facebook é o viral que ele cria, uma estratégia que se bem usada passa desapercebida e é recebida pelo público como entretenimento, que é o que realmente vende grandes marcas.

O público gosta da irreverencia, do humor, da diversão e de ter coisas legais para compartilhar e mostrar aos seus amigos. É quase que um boca a boca online, as pessoas recomendam lugares, postam fotos de bons momentos em bons locais, exibem-se na rede quando gostam daquilo que estão vivendo. Certamente não tem publicidade mais econômica e satisfatória, do que um grupo de pessoas felizes, se divertindo, fotografando e postando no face esses momentos com sua marca no fundo.

Por isso saber atacar o público certo para essa mídia é fundamental para gerar um viral que entretenha o público e dê retorno as empresas.

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Use pessoas comuns e saia do comum

Parece redundância mas não é! Sair do óbvio na propaganda agora é deixar de lado os famosos clichês da popularidade como usar ícones nas campanhas e partir para as pessoas reais e comuns que oferecem um testemunho real, já que são usuários de fato. Afinal, cá entre nós, duvido que a atriz Paolla Oliveira use mesmo os óleos hidratantes Paixão, cuja é estrela da campanha da marca. E isso não sou só eu que penso, a maioria das pessoas não acredita que metade das atrizes ou personalidades usem os produtos que divulgam.

As marcas Dove e Natura já tem inovado nessa forma de divulgar, humanizar e conquistar seu público. Já faz um tempo que ambas usam mulheres comuns em seus anúncios, isso mostra ao público que o produto de fato funciona e que todo mundo pode usar. O que acaba com os clichês populares e mega produções com cachês caríssimos que muitas vezes nem convencem.

A verdade é que fugir do óbvio significa muitas vezes apostar na contramão e testar teorias que afirmam que somente ícones agregam valor a marca. Isso um dia foi real mas, ultimamente as pessoas preferem marcas mais próximas delas e que se enquadrem em sua realidade, não é mais tudo que convence o público, não acredite que usar famosos em sua campanha é tiro certo para ter sucesso com ela.

Depois de saber disso é hora de pensar melhor com que tipo de campanha você anda investindo seu dinheiro. Muitas vezes as soluções mais simples são as melhores.

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Erros comuns que as empresas podem cometer nas redes sociais

Que as redes sociais são o futuro da propaganda e do marketing todo mundo já notou, e na ânsia de não ficar para trás muitas marcas e empresas andam investindo nessa forma de comunicação. Mas será que estão usando essa ferramenta de forma correta? Será que os resultados são os melhores que ela pode oferecer? E o conteúdo, está adequado?

Pois é, muito se engana quem acha que administrar uma fanpage (página comercial dentro do facebook) é a mesma coisa que administrar seu próprio perfil.

Quando você cria uma página para sua empresa nas redes sociais existem preocupações e cuidados que você deve tomar, afinal a empresa não é você, ela deve seguir um determinado público, uma determinada linguagem, gerar um conteúdo interessante e direcionado. A fim de evitar essas gafes no universo online, veja essa lista de erros comuns de gerenciamento nas redes sociais cometidos por marcas e empresas:

1 –     Não definir objetivos

Quando se cria uma página nas redes sociais a empresa ou a marca deve estar ciente que a partir desse momento a utilização dessa ferramenta deve ser de uso cotidiano e deve ter metas e objetivos. Como um número de seguidores ou curtidas. Pense no relacionamento com o cliente e no aumento das vendas, o ideal é saber o que você quer atingir.

2 –     Perder a cara da empresa ou da marca

A empresa ou a marca deve seguir e manter sua cara e seus conceitos nas redes sociais, você precisa manter a identidade para que o consumidor reconheça e relacione suas publicações com sua marca/empresa. Por isso postar e curtir assuntos que fazem parte do universo da marca/empresa é fundamental para começar a relacionar o perfil online com o off-line da empresa. Cuidado com os assuntos para que não haja conflito na prática da empresa off-line com a online, isso pode gerar um colapso nas redes sociais e desvalorizar a marca/empresa diante o consumidor.

3 –     Cuidado com o conteúdo

Atualizar a página da empresa é totalmente diferente de atualizar seu perfil, não que seja diferente o passo a passo que você faz na hora de atualizar, mas sim o conteúdo que você posta ou curte. É importante entender o público alvo, do que ele gosta, para atingir ele de forma certeira. E isso exige dedicação, tempo e atenção. É preciso usar a criatividade para chamar a atenção das pessoas nas redes sociais, já que é um universo muito vasto e elas recebem atualizações de inúmeros perfis.

4-     Problemas de interação

Quando uma empresa cria uma página, ela cria um contato mais próximo com seu consumidor e ele cobra isso, os usuários querem um diálogo, por isso deixar de interagir ou interagir de maneira errônea pode manchar o nome da empresa no universo online o que reflete nas atividades off-line. Por isso todo cuidado é pouco na hora de responder aos questionamentos do público é preciso ser proativo na hora de gerenciar.

5-     Censura e hipervalorizarão de comentários e usuários

Sempre faça uma comunicação transparente, essa é a melhor maneira de ter um relacionamento adequado com seu público nas redes sociais. Evite apagar comentários ruins, se preocupe em dar motivos para ganhar bons comentários e deixar com que os ruins sumam com o passar do tempo. Pois ao apagar um comentário negativo você pode criar uma guerra com quem escreveu e com seus consumidores que irão julgar essa atitude. Não dê valor excessivo a nenhum usuário ou comentário, isso dá um ar de arrogância e afasta os outros consumidores, pois na hora de você criar uma promoção ninguém vai querer participar por notar que você valorizou determinados perfis ou tipos de comentários.

6-     Atenção aos momentos que a empresa e que o país estão passando

Isso é importante porque em cada momento existe um consumidor em potencial esperando ser atingido e você só precisa descobrir como atingir. Por isso analisar as condições atuais do país no segmento e na política pode criar novos nichos comerciais. Ou evitar que você bole uma promoção descabida e tenha que lhe dar com os contras e críticas, o que acaba totalmente com a chance de se tornar um case de sucesso.

7-     Concursos culturais e suas brechas

Como está em alta usar concursos culturais para premiar os consumidores é preciso dobrar a atenção, todo cuidado é pouco, brechas nesses concursos podem lhe criar problemas judiciais. Pois não se pode burlar nenhuma regra e o resultado do concurso deve ser claro.

8-     Equipes despreparadas

Na hora de fazer uma gestão de mídias sociais é preciso ter uma equipe preparada para lidar com as ferramentas disponíveis, só assim é possível ter o melhor resultado. Por isso procure profissionais especializados, administrar a página comercial como seu perfil é um erro que pode custar a imagem da sua empresa.

Fonte: Mundo do Marketing

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Conheça algumas marcas que viraram nomes de produtos

Na hora a gente nem pensa, nem se toca que nos refiramos a maioria dos objetos pelo nome de marcas famosas. É automático, parece que o objeto não existia antes da marca nascer. Isso é o ápice do sucesso que um produto pode ter no mercado, ele se tornar sinônimo de um objeto, significa publicidade grátis e involuntária, é quase subliminar. As pessoas muitas vezes desconhecem o nome do objeto e só sabem o que é, ou lembram, quando dizemos o nome da marca.

Conheça algumas dessas marcas:

Gillette:

Virou sinônimo de lâmina de barbear, hoje em dia ninguém diz: “preciso comprar lâmina de barbear”. As pessoas dizem Gillette e mesmo que não comprem essa marca elas se referem ao objeto pelo nome da marca. Que foi inventado pelo norte-americano King Camp Gillette em 1903 e fundou a companhia que recebeu seu sobrenome.

Miojo:

Virou sinônimo de macarrão instantâneo. Hoje, nós falamos que vamos fazer Miojo e não macarrão instantâneo. Mesmo que não seja da marca Nissim, criadora do Miojo é assim que nós nos referimos quando se trata de macarrão instantâneo, nem que seja o da concorrência.

Danone:

Virou sinônimo de iogurte e hoje nomeia o segmento de todo o Brasil. Isso só aconteceu em 1970 por aqui. Até as crianças pedem Danone ou Danoninho, você não vai ver uma criança chorando por um iogurte e sim por um Danone, mesmo que seja da marca do concorrente.

Leite Moça:

Virou sinônimo de leite condensado, mas hoje ninguém diz leite condensado, com essa referência ele se tornou o nome do produto em si. Até nas receitas de hoje você não lê leite condensado e sim Leite Moça.

BomBril:

Virou sinônimo de palha ou esponja de aço e mesmo que você não compre da marca BomBril você pede assim: “Pega um Bombril pra mim” e não pega a palha de aço.

Sucrilhos:

O nome criado pela kellogg´s virou sinônimo de cereais em flocos e nomeou o segmento. Ninguém lembra de comprar cereais em flocos e sim de comprar Sucrilhos, mesmo que não seja da marca Kellogg´s.

Durex:

Virou sinônimo de fita adesiva em 1946 quando a empresa que levava o nome Durex, produziu a fita adesiva e desde então nas papelarias não se usa mais a palavra fita adesiva e sim Durex, mesmo que seja do seu concorrente.

Jet-Ski:

A marca da moto aquática da Kawasaki, o Jet-Ski é o caso mais recente de adoção de nomes de uma marca para um produto/segmento, virando sinônimo de moto aquática. No início a montadora chegou a reclamar do uso genérico da marca registrada.

Band-aid:

Que virou sinônimo de curativo auto-colante. O nome surgiu em 1920 pela empresa Johnson & Johnson que criou o Band-aid. Que veio a nomear todo o segmento de curativos auto-colantes. Afinal, sempre que você vai à farmácia, ou tem uma bolha no pé você pede Band-aid.

Aspirina:

O nome do remédio criado pela Bayer virou sinônimo de ácido acetilsalicílico e hoje quando estamos gripados pedimos uma Aspirina e não ácido acetilsalicílico para o farmacêutico.

Essas foram algumas marcas famosas que viraram sinônimo de produtos/segmentos que são sucesso até hoje. E para alcançar esse sucesso é preciso uma boa comunicação e um belo plano de marketing. Esse é mais um motivo para você transformar sua empresa num sucesso e fazer ela se tornar sinônimo de algum produto.

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Conheça os mitos sobre marketing nas pequenas empresas

Se você é dono do seu próprio negócio, um empreendedor, certamente já desprendeu muito do seu tempo estudando seu negócio, conhece muito bem suas prioridades e seu público. Certo?

Muitos dirão com certeza, outros talvez e alguns não saberão responder a essa pergunta. O fato é que os proprietários de pequenas empresas, como revelou uma matéria do portal Exame.com, sabem da importância de levar sua marca, seu serviço até seus consumidores para que possam ter sucesso e crescer para se tornar um grande negócio. O problema é que muitos desses pequenos empresários acham que marketing é uma ação específica, a parte do resto da empresa e que pode esperar para ser feita, além de acreditar que ele mesmo pode ser seu departamento de marketing.

Essa ideia de marketing está errada e pode prejudicar muito a imagem da sua empresa.

Atenção pequenos empresários! Ai vão alguns mitos que muitos de vocês acreditam funcionar como estratégia de marketing que a Exame.com listou. Vejam:

1-     Copiar a concorrência

Muitos acham que seguir a concorrência e copiar o que ela faz irá dar resultado, mas se esquecem que mesmo que o segmento ou serviço sejam os mesmos, ambos são totalmente diferentes com seus benéficos e seus problemas. É importante sim estar sempre de olho no concorrente sabendo o que ele faz, mas copiá-lo não é uma estratégia. Até porque o consumidor não dá atenção aquilo que não é novidade.

2-     Planejar é perda de tempo

A maioria dos empresários entram na onda de fazer o que dá na cabeça sem planejamento. Não veem o preço cobrado no mercado, o preço que o cliente está disposto a pagar ou qual meio atinge melhor seu público. Acabando não investindo e sim gastando com ações que não lhe dão retorno.

3-     Tenho experiência prática e isso basta

Muitos acreditam que por estar ligados ao negócio e viver o dia a dia da empresa são experts no assunto e que ninguém melhor que o dono para ser o marketing da empresa. O problema é que essa pessoa só conhece um caminho, o que ele já seguiu, e não se abre para novas possibilidades nem novas ideias, o que pode deixar a empresa ultrapassada. Não se pode achar que o conhecimento prático é superior a tudo que existe. Sem a troca de informações e novas experiências pode causar uma miopia de marketing, que é justamente quando o empresário acredita saber tudo sobre seu negócio e que nada supera ele.

4-     O dono entende o mercado e sabe o que ele procura

Isso complementa o tópico a cima, pois o dono tem a ilusão de achar que o produto e ou serviço são ideais e de que será absorvido pelo mercado. Esse erro é muito comum nos novos empresários que tem pressa de fazer as coisas e não pesquisa nem investe em recursos que podem garantir o sucesso do produto ou serviço.

5-     Achar que marketing e vendas são sinônimos

Errado! Não são mesmo a mesma coisa. Quando falamos de vendas pensamos em metas, objetivos, planos e modelos. Já no marketing pensamos na concorrência, no network, nas promoções. Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. Afinal, existem diversas ferramentas de prática de gestão de marketing que se diferenciam das ferramentas de vendas.

6-     Divulgar é um gasto

Os empresários de pequenas empresas colocam o marketing como gasto e não como um investimento. Acreditam que podem fazer sozinhos e sem gastar quase nada, mas não calculam o gasto que tem com os erros dessas ações mal planejadas e executadas de forma amadora. Quando falamos em profissionais da área podemos cobrar um retorno e notar que é superior ao investimento.

Agora que você já sabe desses mitos, abra sua mente e procure profissionais que vão contribuir e muito para o crescimento do seu negócio.  E veja que marketing já não é mais um diferencial é uma necessidade para quem busca sucesso nos negócios.